segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

***O sexo é uma forma de consistir o corpo nele mesmo.

Pensar com os poros, dialogar com a cadeia de células que é o corpo do outro. Uma conversa virtual entre células. É o surrealismo acontecendo longe dos olhos.

***O surrealismo está chegando. E ele vem belo, imenso, bem-humorado e levemente sarcástico, como um amante ideal.

Que derretam os relógios!

5 comentários:

Salamandra Malandra disse...

e...

...aspas.

Sabrina Gahyva disse...

vamos todos en el mismo tren

pedrinha disse...

love, don't be afraid / it's like a bird and the wind ˜ ˜ / one (free) soul / ‘til the end.

fochesatto disse...

mal sabia ela que um cotovelo a esperava dentro do cofre.

Anônimo disse...

Só existem dois únicos caminhos absolutos o do amor e o do medo