domingo, 28 de junho de 2009

não sei se outro dia haverá

Hoje acordei com um sol violento na cara, pouco antes de uma amiga me trazer boas novas das casas de mabel e de dona canô. Ela falava desatinada enquanto, avoada, eu recordava comparando as rezas de sant`antônio em pontes e lacerda, na casa de tia regina , com as de santo amaro.. as vozes sofridas em coro eram de uma lindeza! embora talvez felizes, uma dor inconsciente pintava o timbre daquele povo, sabe?

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A unha vermelha secou, mas juro ter saído dali mais makeba que gal. Na rua o sol borbulhava de leve e o lembrar dos relatórios a serem feitos me fez bicho ínfimo, lento... preferi de novo o meio do caminho e os meus silêncios de bolso.

2 comentários:

Sabrina Gahyva disse...

cúando sou quase esquecimento, cê me renda.

Katyussa Veiga disse...

pareceu-me,do carnaval,



a manhã-fim..